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Feira Agroecológica

 

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), promove no dia 29 de abril uma feira piloto relacionada ao projeto desenvolvido pelo Restaurante Universitário (RU) para organizar uma feira agroecológica semanal no campus da instituição.

Representantes do RU e agricultores de várias partes do Estado do Rio de Janeiro se reuniram, durante a “Oficina sobre produção agroecológica e orgânica”, realizada no Centro de Ciências da Saúde, para definir detalhes da iniciativa. A ideia é que a feira aconteça todas as quintas-feiras, das 10 às 16 horas, no jardim do RU Central, localizado ao lado do prédio da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD).

Segundo Nádia Pereira, nutricionista à frente do projeto do Restaurante Universitário da UFRJ, os resultados serão avaliados e a feira passará a ser semanal, após o período de avaliação. Ainda não há uma previsão referente ao tempo de duração deste período.

No total, sete associações de agricultores de diversas partes do Rio de Janeiro — entre elas Região Serrana, Tanguá, Nova Iguaçu, Valença e Magé — estão envolvidas no projeto. A UFRJ cederá a esses produtores as barracas e o espaço da feira, além de veicular informações acerca dos produtos comercializados no local. Em contrapartida, os agricultores se responsabilizam pelo transporte dos alimentos até a Cidade Universitária.

Por serem vendidos diretamente pelo agricultor, os produtos agroecológicos sairão a um preço mais acessível do que no mercado tradicional. “Geralmente, o senso comum acredita que o alimento agroecológico é mais caro. Em alguns lugares isso, de fato, acontece por conta da presença de atravessadores. Mas aqui o consumidor comprará diretamente do produtor”, diz Nádia.

De acordo com a nutricionista, a iniciativa é válida também por oferecer alimentos livres de agrotóxicos e que, por isso, possuem maior teor de minerais e vitaminas e cor, sabor e cheiro mais apurados. “São alimentos que não utilizam química, não contaminam o ambiente, nem o consumidor. Além disso, a comercialização gera renda direta para o pequeno produtor. Não queremos apenas vender o alimento mais barato, mas, sim, fazer o nosso público perceber a importância social e ambiental desses itens.” Preocupada com a sustentabilidade, a equipe do RU sugere aos frequentadores levar as próprias sacolas.

Para saber mais sobre o projeto, acesse aqui o site da instituição.

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