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Adoçante Artificial

 

O adoçante artificial, antes utilizado apenas por diabéticos, tem sido um aliado na guerra contra a balança. Com princípios ativos diferentes, as restrições de uso e dosagem variam de produto para produto. A professora do Departamento de Nutrição e Dietética da UFF Telma Moreira esclarece a maneira adequada e as precauções que envolvem a utilização dos edulcorantes (adoçantes artificiais ou naturais).

O receio de que o uso contínuo do produto pode ser maléfico existe. A grande questão é: a população segue a medida indicada? Segundo a nutricionista, melhor seria que não se fizesse uso de adoçantes artificiais, mostra quais são as alternativas e atenta para os casos em que deve ser totalmente evitado o seu uso, como pessoas que tenham fenilcetonúria – doença genética resultante da dificuldade para metabolizar o aminoácido fenilalanina e pode causar deficiência mental, irritabilidade e convulsões – e por isso não podem ingerir aspartame.

Telma Moreira disponibiliza uma tabela com as principais marcas de adoçantes dietéticos encontrados no mercado, com os respectivos nomes comerciais e composição, quantidade de adoçante dietético e a equivalência de açúcar, se pode ou não ir ao forno e fogão, e a quantidade de energia fornecida, a fim de auxiliar na escolha do produto e no seu uso.

Outras informações pelo telefone (21) 2629-5241.

(Fonte: Agência UFF de Notícias)

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